
Há muito estava desejoso de publicar este post e, com ele, o clipe desta música, numa forma de protestar contra os desmandos das autoridades do nosso País.
O meu País – Zé Ramalho
Esta semana, eu e minha esposa estávamos comentando sobre a deficiência da educação nos lares e também na escola, razão pela qual temo-nos deparado com aberrações em a nossa sociedade, como esta que causou a morte do menino João Hélio, de seis anos.
Quando na minha infância, lembro-me que minha mãe instruía-me a ler bons livros.
Ela não era convertida ainda, portanto não me ensinou a ler a Bíblia desde cedo, mas ensinou-me a ler bons livros.
Hoje, nem em casa, nem na escola, nem na faculdade sequer, as pessoas são ensinadas a ler bons livros. Por isso, não aprendem a refletir, não aprendem a inculcar valores, não aprendem a reconhecer no outro o seu semelhante. Pior que isto, não reconhece a semelhança divina.
Está escrito na Bíblia Sagrada o princípio da Lei e a obediência: "Estas palavras que, hoje te ordeno, estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-se" (Deut. 6:6-7). "Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele" (Prov. 22:6).
Há algum tempo deixei de assistir televisão, inclusive os telejornais, por não suportar mais os descaramentos das autoridades, que só tomam atitudes que lhes são favoráveis, como os aumentos exorbitantes de salários, dentre outras imoralidades.
Estes homens recebem desde o berço condições de vida que muitos de seus compatriotas sequer tomarão conhecimento em toda sua existência. No entanto, as utilizam para subjugar, para oprimir, para manipular coisas e situações, até mesmo a justiça, para destruir o seu semelhante.
Recebi hoje esta meditação e decidi publicá-la por entender que ela nos faz refletir e repensarmos nossas vidas. Repensar para mudar e mudar para melhor.
Não tenha preguiça de ler. É para o seu bem, é para o enriquecimento do seu universo cultural.
MENSAGEM SEMANAL – 17/02/2007
WWW.PROJETOSOLEMIO.COM.BR
A CANÇÃO DOS HOMENS
Os valores humanos são fundamentos morais e espirituais da consciência humana.
Por isso todos nós devemos tomar conhecimento destes valores, já que a maioria das causas que afligem a humanidade está na negação destes valores como suporte e inspiração para o desenvolvimento do real potencial individual. Negar seus valores seria como tomar um atalho moral e ético para sua própria realização pessoal, com isso, causando um desarranjo social.
Falar de valores humanos não é nada fácil, significa aceitar que nós temos a capacidade de produzir e alterar a realidade ao nosso redor, construída a partir de uma consciência coletiva do que é certo e errado. Sendo assim, cada indivíduo é responsável pela sociedade.
Mas o problema começa quando nos acostumamos a relacionar corriqueiramente o termo "ser humano" à falhas e defeitos. "Sou humano, sendo assim tenho meus defeitos…" ou "Errar é humano!" Afirmações como estas passaram a ser, na maioria das vezes, apenas justificativas para as muitas perdas de valores humanos. Claro que sabemos que não existe ninguém perfeito, mas errar é muito diferente de desvios de conduta.
Se alguém lhe mostrasse uma pequena semente dizendo que dentro dela há uma linda árvore que produzirá frutos e flores, você provavelmente acreditaria, pois sabe que se a semente for cultivada corretamente em terreno fértil, com os cuidados necessários, nascerá uma planta que produzirá frutos e flores. Mas, se eu disser que dentro de você existe uma pequena semente que, por mais imperfeita que você ache que pareça, dela nascerá uma pessoa única no universo? Muitos duvidariam!
Pois basta proporcionarmos as condições propícias de educação, família, amor, etc., e dispensarmos o cuidado necessário para que essa pessoa brote para o mundo e espalhe as suas sementes.
Mas se ocorrer justamente o contrário, em ambos os casos não proporcionarmos o mínimo de condições de fertilidade, correremos o risco de não produzirmos nada, ou pior ainda, produzirmos uma árvore frágil, com os galhos retorcidos e incapazes de gerar frutos e flores ou uma pessoa com sérios desvios de caráter e valores.
Para resolver estes problemas, necessitamos reconstruir o indivíduo, pois a situação externa de um povo reflete simplesmente a situação interna de cada um de nós. Não se pode construir uma sociedade justa se não houver homens, mulheres, crianças, idosos, justos.
A mudança de valores começa em cada um de nós, sendo assim você também é responsável por essa mudança.
A CANÇÃO DOS HOMENS
Quando uma mulher, de certa tribo da África, sabe que está grávida, segue para a selva com outras mulheres e, juntas, rezam e meditam até que aparece a "canção da criança".
Quando nasce a criança, a comunidade se junta e lhe cantam a sua canção.
Logo, quando a criança começa sua educação, o povo se junta e lhe cantam sua canção.
Quando se torna adulto, a gente se junta novamente e canta.
Quando chega o momento do seu casamento, a pessoa escuta a sua canção.
Finalmente, quando sua alma está para ir-se deste mundo, a família e amigos aproximam-se e, assim como em seu nascimento, cantam a sua canção para acompanhá-lo na "viagem".
Nesta tribo da África há outra ocasião na qual os homens cantam a canção.
Se em algum momento da vida a pessoa comete um crime ou um ato social aberrante, levam-no até o centro do povoado e a gente da comunidade forma um círculo ao seu redor.
Então lhe cantam a canção.
A tribo reconhece que a correção para as condutas anti-sociais não é o castigo, é o amor e a lembrança de sua verdadeira identidade.
Quando reconhecemos nossa própria canção, já não temos desejos nem necessidade de prejudicar ninguém.
Teus amigos conhecem a "tua canção" e a cantam quando a esqueces.
Aqueles que te amam não podem ser enganados pelos erros que cometes ou às escuras imagens que mostras aos demais.
Eles recordam tua beleza quando te sentes feio; tua totalidade quando estás quebrado; tua inocência quando te sentes culpado e teu propósito quando estás confuso.
Tolba Phanem, poetisa africana.



Sou alguém que Deus deu uma nova chance de viver. Após oito cirurgias na coluna lombar (a última dia 23/04/09) e sucessivas infecções hospitalares, venci uma batalha, que durou três anos e oito meses - janeiro de 2006 a setembro deste ano - osteomielite crônica em duas vértebras da coluna lombar. Uma ressonância magnética realizada no dia 25/09/09 constatou que a infecção foi controlada e o local cicatrizado. Sou um milagre vivo do poder de Deus.
Alegre, dinâmico, de bem com a vida. Casado com Sonia Regly há 30 anos. Duas filhas, dois netos.
Pastor evangélico Batista há 17 anos, Pedagogo e Educador Religioso.
Gosto de cozinhar, dirigir, escrever e ler; de crianças, uma boa música; de cheiro de mato, plantas e jardins.
Amo minha família, meus amigos e o meu País. 































