Música: Eu sei que tu me amas
O que você diria a uma pessoa cuja filha de 9 anos está travando uma batalha contra o câncer? O que você falaria a uma mãe que realizou diligentemente o pré-natal e, agora que o bebê nasceu, os médicos lhe dizem para se prepararem para o pior, porque não há mais esperança?
Estamos cercados de “por quês” e cada vez que ousamos declarar a nossa fé alguns tentam nos expor ao ridículo, dizendo que “é provável que a ficha não caiu” ou que “ainda não se deu conta de que não tem mais jeito”. São os Doutores Honoris Causa da incredulidade, que se levantam para nos afrontar e argüir a razão da nossa esperança.
A cada dia que passa a experiência me leva a crer e ver que sem a Bíblia é impossível mantermo-nos em pé. Somente através da Palavra de Deus conseguiremos prosseguir, ainda que não encontremos a resposta aos muitos questionamentos: os nossos e os que nos são feitos.
“Antes santificai em vossos corações a Cristo como Senhor; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a todo aquele que vos pedir a razão da esperança que há em vós;“ (I Pedro 3:15).
O nosso viver deve ser conduzido de tal forma que os outros vejam que o governante de nossas vidas é também o nosso Salvador: Jesus! Autor e consumador da nossa fé.
É fácil dizer-se abençoado quando as coisas vão bem em nossas vidas. Mas é exatamente quando tudo parece fugir ao nosso controle, em a nossa ótica tudo parecer desmoronando, é que devemos estar prontos para dizer: “Deus está no controle, por isso exalto e glorifico o seu nome!”.
Enquanto vivermos, haveremos de nos deparar com perguntas zombeteiras acerca da nossa fé. Sempre encontraremos pessoas que nos acham ridículos por servirmos a Deus e, ao mesmo tempo, passarmos por situações difíceis. O apóstolo Paulo escreveu: “Por isso não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia“ (II Cor. 4:16).
Paulo experimentou o sofrimento na pele e, a partir dele, escreveu coisas profundas.
Já pensaram numa pessoa que sofre toda sorte de problemas e dizer: “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda compaixão,…“ (II Cor. 4:17). Paulo não leva em consideração a intensidade do sofrimento – que chama de “leve” – não considera também a duração deste sofrimento – chama de momentâneo.
Paulo experimentou a profundeza do amor de Deus e disse “Quem nos separará do amor de Cristo ? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte o dia todo; fomos considerados como ovelhas para o matadouro. Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor“. (Romanos 8:35-39).
Pedro, por sua vez, considera que o nosso testemunho nos momentos difíceis deve ser de tal forma que “fiquem envergonhados os que difamam o vosso bom procedimento em Cristo, porque, se for da vontade de Deus, é melhor que sofrais por praticardes o que é bom do que praticando o mal“ (I Ped. 3:16 e 17).
Pedro morreu crucificado, enquanto Paulo foi decaptado. Todavia os dois apóstolos estavam prontos para responder a razão das suas esperanças.
O que disse a menina de 9 anos que está com câncer ao seu pai? “Sou feliz, mesmo com câncer, porque confio em Deus”. E ela está vencendo a batalha!
Os pais, aos médicos que desenganaram o seu bebê e lhes disseram para se prepararem para o pior: “Tudo é possível ao que crê!”, em poucos dias o bebê recuperou-se e voltou com eles para casa.
Nossa esperança deve estar depositada diariamente, 24 horas por dia, no Deus que ressuscitou a Lázaro, morto havia 4 dias, e já cheirava mal. No Deus que ama a mim e a você, que está atento às nossas necessidades, clamores e tudo o mais à nossa.

Sou alguém que Deus deu uma nova chance de viver. Após oito cirurgias na coluna lombar (a última dia 23/04/09) e sucessivas infecções hospitalares, venci uma batalha, que durou três anos e oito meses - janeiro de 2006 a setembro deste ano - osteomielite crônica em duas vértebras da coluna lombar. Uma ressonância magnética realizada no dia 25/09/09 constatou que a infecção foi controlada e o local cicatrizado. Sou um milagre vivo do poder de Deus.
Alegre, dinâmico, de bem com a vida. Casado com Sonia Regly há 30 anos. Duas filhas, dois netos.
Pastor evangélico Batista há 17 anos, Pedagogo e Educador Religioso.
Gosto de cozinhar, dirigir, escrever e ler; de crianças, uma boa música; de cheiro de mato, plantas e jardins.
Amo minha família, meus amigos e o meu País. 





























