Música: A cura – Cassiane
Música: Não ceda – Rose Nascimento
Música: Quem foi que disse? – Léa Mendonça

Dois meses após ter sido operado pela 7ª vez (01/08/07), um ponto da cirurgia abriu. A princípio, a suspeita era que apenas o tecido estava infeccionado. Todavia, tendo decorrido quatro meses (09/12/07), a tomografia apontou uma nova infecção óssea, em local distinto das anteriores. Não preciso dizer que isso nos abalou e desestruturou inicialmente. Porém, tendo-nos acomodado à nova situação (no sentido de aceitar a realidade e fazer o que é necessário: orar, exercitar a fé, crer e agir) aguardamos no Senhor e começamos a obter respostas.
ÚLTIMA TOMOGRAFIA

O quadro que ora apresento ratifica resposta de Deus às nossas orações: não quero ser operado novamente, tampouco ficar internado mesmo que seja para tomar medicação via oral, que era a estratégia inicial dos médicos. Estou tratando da nova infecção em casa, junto aos meus e o que é melhor, vendo resultado acontecer, pois a ferida está quase fechada. Hoje a purulência se reduz a um pontinho insignificante. Internamente só o tempo vai dizer, mas cremos que Deus atenderá também esta necessidade, curando-me internamente de uma vez por todas.
Estive no médico que me operou na última quarta-feira (16/01/08). Fiz um raio-x e foi constatado na avaliação que os dois parafusos em L1 se desprenderam parcialmente. Não se sabe se eles se desprenderam em virtude de processo infeccioso ou o enxerto ósseo feito não sustentou os parafusos. Somente a nova tomografia vai mostrar o que aconteceu de fato. Todavia, não há risco de dano ou lesão a órgãos internos.
Fui informado de que:
- o estado em que se encontra a minha coluna não permite a realização de outra cirurgia em um período mínimo de um ano;
- terei de continuar a antibioticoterapia por tempo indeterminado e “torcer” (palavra do médico) para que a calcificação do local ocorra mesmo sob infecção;
- acompanhamento bimestral através de tomografias de modo a avaliar se há evolução ou involução do quadro infeccioso ora detectado;
- farei nova tomografia após o carnaval, quando a antibioticoterapia terá completado 30 dias; esperamos em Deus que ela já mostre a involução do processo.
Fisicamente estou bem. As dores que sinto não são mais na coluna lombar, mas na região da bacia, de onde foi tirado o pedaço do osso para enxerto, que ainda não cicatrizou. Estas dores são bem mais amenas que as da coluna. Há que se considerar que o longo período que fiquei internado em 2006 acarretou um processo inflamatório na cabeça dos dois fêmures (bursite), o que provoca dores quando fico sentado por longo período ou quando fico muito tempo em pé ou ainda quando ando bastante. É engraçado isto: todos os esforços que faço nada mais são do que a rotina diária normal de um ser humano. Logo, os esforços são sinais de que estou vivo e bem de saúde exceto naquilo que já sabem.
Sonia está se recuperando bem da cirurgia de tireóide. Está bastante agoniada com o corte, o inchaço, a cicatriz e a dificuldade para engolir e falar. O calor incomoda, pois o local coça e irrita. Em contra-partida, Sonia gosta de cantar e não pode fazê-lo. A cirurgia mexe com as cordas vocais e o médico que é assim mesmo por uns tempos. Engolir é também um problema, mas o melhor de tudo é que já fez a cirurgia e a recuperação está sendo ótima.
Sonia aguarda para operar o septo nasal, pois este é um problema mais sério, por causa das apnéias. Como pode ver, estamos passando por uma reforma física. Porém, como diz o apóstolo Paulo, “o interior se renova a cada dia” (II Coríntios 4:16).
O nosso desejo é que, em breve, possamos todos nos lembrar deste momento apenas como uma etapa vencida e testemunharmos nossa vitória.
Peço que se juntem a nós em oração, não para pedir, mas para agradecer a Deus por todas as bênçãos que nos foram concedidas até aqui. Andar, levantar, sentar, escrever este post, dentre outras coisas, é um milagre, pois minha coluna está bastante danificada. O Senhor é tremendo em seus feitos! Aleluia!
O Senhor tem cuidado de nós a cada dia, de maneira carinhosa. Temos experimentado o seu cuidado e fidelidade a todo instante. Tenho sido ministrado diariamente pelo Senhor através da Sua palavra, dos livros, das visitas, videos, mensagens, telefonemas. De setembro do ano passado até o momento li: “Derrubando Golias”, “Dias melhores virão”, “3:16″, “Todo dia é um dia especial”, “Nas garras da graça” e “Ele ainda remove pedras (este, pela segunda vez)”, de Max Lucado; “Vivendo com propósitos”, Ed René Kivitz; “Deus trabalha no turno da noite” , Ron Mehl. Ouvi várias mensagens, em especial, “O milagre que não se esperava”, Lanna Holder e “Aqueles que são preservados pelo Senhor”, Pr. Luiz Antonio. Tenho sido confortado e fortalecido diariamente pelos e-mails com palavras de carinho e mensagens lindas enviadas por pessoas que se juntaram a nós nesta batalha. Tenho alegrado meu coração com os cânticos colocados por Sonia nos momentos mais difíceis. Deus os recompensará por isto.
Faço minhas as palavras do salmista “Foi-me bom ter eu passado pela aflição, para que aprendesse os teus decretos“ – Salmo 119:71.
Abraço carinhoso de quem os ama e estima.

Sou alguém que Deus deu uma nova chance de viver. Após oito cirurgias na coluna lombar (a última dia 23/04/09) e sucessivas infecções hospitalares, venci uma batalha, que durou três anos e oito meses - janeiro de 2006 a setembro deste ano - osteomielite crônica em duas vértebras da coluna lombar. Uma ressonância magnética realizada no dia 25/09/09 constatou que a infecção foi controlada e o local cicatrizado. Sou um milagre vivo do poder de Deus.
Alegre, dinâmico, de bem com a vida. Casado com Sonia Regly há 30 anos. Duas filhas, dois netos.
Pastor evangélico Batista há 17 anos, Pedagogo e Educador Religioso.
Gosto de cozinhar, dirigir, escrever e ler; de crianças, uma boa música; de cheiro de mato, plantas e jardins.
Amo minha família, meus amigos e o meu País. 





























