por Ana Maria Ribas
Escrevo sob emoção, e uma certa urgência. Tenho amigos que estão doentes, gravemente doentes. Alguns, em estágio inicial, outros em estágio intermediário, e outros em estado grave. Amigos com os quais convivo e outros, mais distantes, que acompanho de longe. Aqui e ali, as pessoas são acometidas por enfermidades sérias que podem lhes custar a vida. Faz parte da natureza humana que a máquina possa apresentar falhas, e essas falhas requerem ajustes e adaptações. Todos os doentes, sem exceção, precisam do acompanhamento de profissionais especializados e normalmente, tão logo recebem a notícia, é isso o que fazem. Fazem o que devem fazer: procurar ajuda médica.
Mas há alguns cuidados que não dependem do médico, mas de cada paciente. Coisas que devem ser feitas com a mesma fidelidade com que se segue a prescrição do medicamento, as sessões de quimioterapia, as hemodiálises.

Sou alguém que Deus deu uma nova chance de viver. Após oito cirurgias na coluna lombar (a última dia 23/04/09) e sucessivas infecções hospitalares, venci uma batalha, que durou três anos e oito meses - janeiro de 2006 a setembro deste ano - osteomielite crônica em duas vértebras da coluna lombar. Uma ressonância magnética realizada no dia 25/09/09 constatou que a infecção foi controlada e o local cicatrizado. Sou um milagre vivo do poder de Deus.
Alegre, dinâmico, de bem com a vida. Casado com Sonia Regly há 30 anos. Duas filhas, dois netos.
Pastor evangélico Batista há 17 anos, Pedagogo e Educador Religioso.
Gosto de cozinhar, dirigir, escrever e ler; de crianças, uma boa música; de cheiro de mato, plantas e jardins.
Amo minha família, meus amigos e o meu País. 






























